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No Dia Mundial do Trabalho, BRK Ambiental destaca funções na empresa que nem sempre são visíveis pela população

Atividades são fundamentais para que a água potável chegue todos os dias às torneiras dos cachoeirenses. Serviços incluem de “caça vazamentos” a monitoramento dos níveis dos reservatórios da cidade

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Muitas funções essenciais no cotidiano de uma sociedade, nem sempre são visíveis aos olhos da população. Existe uma rede de trabalhadores que é pouco conhecida e que atua diariamente para garantir serviços básicos. Por isso, no Dia Mundial do Trabalho, comemorado neste 1º de maio, a BRK Ambiental destacou algumas funções na empresa que são fundamentais para que a água potável chegue todos os dias às torneiras dos cachoeirenses e os mais de 21 milhões de litros de esgoto gerados deixem de ser jogados no Rio Itapemirim.

Um desses trabalhadores é o operador de Estações de Tratamento, Jeferson Augusto Trucoli, que atua no Centro de Controle Operacional (CCO). Ele é um dos responsáveis pelo monitoramento diário da água, em tempo real, desde a captação até a distribuição nas residências de Cachoeiro. “Nosso trabalho garante que a água recebida pela população esteja dentro dos padrões determinados. Para isso, realizamos análises de laboratórios de 30 em 30 minutos e o tratamento adequado à água para que, independentemente de como ela chegue à estação de tratamento, ela saia dentro dos padrões adequados para a população”, explica.

O operador acrescenta que o trabalho de monitoramento também atua de forma vigilante na observação e possíveis falhas nos Centros de Reservação. “Se um reservatório está operando fora do padrão ou se uma bomba parar ou apresentar falha, nós temos condições de identificar e repassar as informações para o Centro de Apoio Operacional (CAO), que dará continuidade ao atendimento de forma a solucionar o problema no menor tempo possível, para que a eficiência dos serviços seja mantida. Esse trabalho é feito 24 horas por dia”, afirma.

Quem também tem uma função estratégica dentro da concessionária é o analista de Monitoramento da Água, Marcus Vinícius Pereira Barreto. O profissional é responsável pela área de Macromedição da empresa, que realiza em campo os serviços de monitoramento da vazão da água distribuída, o monitoramento das válvulas de pressão e controle de nível dos reservatórios de água, o controle da operação dos medidores de vazão da distribuição dos reservatórios e serviços de apoio emergenciais.

Um dos trabalhos realizados pela área é o controle ativo de vazamentos, um processo de pesquisa de vazamentos não visíveis, que não afloraram ou não foram reportados pela população. O trabalho é realizado no período noturno, por exigir bastante silêncio para ser executado. “A pesquisa é basicamente realizada por meio de equipamento de escuta, o geofone, em que o técnico caminha pelas ruas e com fones no ouvido escuta o som do vazamento. Por isso, as pesquisas são realizadas em horário noturno, em que a cidade está mais calma e silenciosa”, explica Marcus Barreto.

Segundo o analista, outra parte do trabalho tem caráter preventivo, por meio do monitoramento das válvulas de pressão nas redes de distribuição e das válvulas de níveis, para evitar que haja extravasamento dos reservatórios. “Também somos, geralmente, a primeira equipe a chegar aos locais em casos de emergências, como vazamentos em redes. Esse é um serviço de apoio, em que fazemos o diagnóstico do problema e reportamos para a área que ficará responsável por sua conclusão”, completa.

O gerente operacional da BRK Ambiental, Jocimar de Assis Alves, destaca que além das funções citadas, o setor de saneamento possui muitas outras áreas que são fundamentais para garantir a prestação contínua dos serviços com qualidade. “É uma rede invisível de trabalhadores que garante que a água chegue à casa das pessoas e que o esgoto da cidade seja tratado. São profissionais que trabalham, inclusive nas madrugadas, para manter todos os sistemas operando 24 horas com eficiência operacional. Esses serviços envolvem dedicação, conhecimento técnico e merecem ser valorizados”, conclui.